--A sua benção, meu senhor!
--Adeus, cabinda.
--E amanhã?... perguntou Magdalena, sorrindo com intenção.
--Amanhã...
--É dia de festa; faz o papae annos e havemos de jantar muito alegres! atalhou ella.
--Muito. E vais ter hospedes.
--Hospedes? interrogou com curiosidade.
--Sim. Convidei o guarda livros, e os caixeiros; vem toda a gente do armazem.
--Oh! que alegria vai ser a nossa, não é verdade, papae.
--Grande, minha filha, porque é de ti que ella vem.