—Não te agrada a minha nueza?
—Inteiramente. Agora, vê là se te não impressiona mal a brancura do meu ventre...
—Ao contrario, Maria Angelica: é uma grande corolla de petalas alvas desenvolvida de um peluginoso calice de oiro... É maravilhoso o teu contorno... Dignas fórmas para a perpetuidade de uma téla ou de um retrato...
—Deixarias tu que fôsse apanhada a tua nudez?
—E porque não?... Sei que fascinaria... Queres photographar-me?
—Que egoismo leviano!
—Acha-o?
—Sim... Photographemo-nos...
—Adoravel!... Como não irradiará no cliché o contraste de nossas pelles, o macio sombreado de um tropico sobre a tentadora alvura nevosa de um pólo...