—De outra vez pedi-te um testimunho da correspondencia de tua paixão. Negaste-m'o?{36}
—Não poderia negar.
—Exactamente. Levaste-me, com todo o carinho, a dextra ao collo, e, na grandeza das iteradas pulsações cordiaes, affirmaste que eu reconheceria a intensidade do teu sentimento...
—Dependia de mim. Pratiquei.
—Por fim, quando te acenei com o plano de nossa união...
—Como te respondi, Christovam?
—Com a primeira negaça.
—Adulteras a minha intenção: cumpri o meu dever, enviando-te á maman, como o caminho propicio para vencer o papá.
—Realmente, Heloisa. Sou um vencido.
—Garanto-te, porem, Christovam, que te amo, ainda, como te amei...