—Só com o rizo!... Ah!... ah!... ah!...{57}
—Toma tento, Violante: enveredas por um caminho em que a minha paciencia se exgottarà afinal...
—Ainda em cima me ameaças?
—Sou senhor dos meus actos, dono de minha caza, e exijo que me confesses tudo... Quem te mentiu que tenho uma amante?
—Ninguem!
—Ninguem, como?
—Desconfiei e fui ao teu encalço...
—Não falas a verdade, Violante.
—A certeza das coisas é adquirida quando nos abeiramos dellas. Molestias mortaes, por miasmas exhalados dos paúes, só as contrai quem lhes vai à beira. Acompanhei-te os passos... Foste ao suburbio... Olhas-me agora atravessado? Nega então que te falo a verdade como ella é?!... Por favor, desmente-me, se és capaz...
—Juro-te que não sei do que se trata.