—E então?!...
—Tens coragem! Só me representa que gravaràs na alma uma eterna desconfiança da amizade de tua esposa...
—Isto não!
—Pois parece, Ormindo!
—Neste caso, escutas-me com agrado?
—Sim.
—Posso falar?
—Não.
—Ah! jà sei... É a mesma quesilia de que falar é um desperdicio de forças organicas...
—Diz o doutor...