—De facto. Ao depois que o dr. Eduardo se despediu, esbarrei na telha van do sotam, e enchi as flores do chapeu de teias... Sabendo que o sr. meu marido alli estava para auxiliar a reposição, tirei o chapeu e asseiei-o prestamente...
—Diz mais elle que estavas empurpurada e que te confundiste com a sua chegada, ao ponto de não saberes repôr o chapeu...
—Saul é um mentiroso.
—Não te zangues, Nedda.
—Injuriou-me.
—Não dês importancia a isto e resolve-te a aceital-o pacificamente...
—E elle o quer?
—Porque perguntas?
—Porque tão honrado elle não deveria aceitar mais a cohabitação da esposa deshonesta.
—Não deves dizer assim, minha filha!