—Dir-te-ei... mais tarde... eu teria sobre o meu corpo olhares mais algozes...
—De véras?
—Sim, minha amiga! Não calculas o olhar de Arthur quando elle... Oh! Digo-te de mais! Perdôa se te offendo...
—Desculpo-te. Senhora de mim, sei dispensar-te das leviandades que, ainda ha pouco, condemnavas. Onde puzeste o teu veu?
—Guardei-o já para offerenda a uma Santa.
—Quem t'o tirou?
—A maman... Arthur conversava no salão com o papà e dois amigos retardatarios... Sentia-me alquebrada. Tambem jà era alta hora da madrugada. Duas ou tres, não sei.
—E o teu vestido? Era primoroso...
—Está no armoire-à-glace...{123}
—Muito amarrotado?