—Achaste?
—Encantadoramente bella!
—E tu me viste?
—Sim. Passaste bem junto de mim quando saltavas da carruagem à porta da igreja. Tinhas um rubor nas faces de matar de inveja.
—Era a ultima nota do meu pudor de virgem!
—A tua costureira fez o teu vestido a capricho e o teu cabelleireiro assentou-te a grinalda como uma corôa de rainha. Agradou-me a tua elegancia. E, porque não te censurar? só não gostei de trazeres os olhos{122} humildemente baixos... Faltava-te o sol do teu olhar esplendido.
—Lisonjeira!
—Eu traria os olhos bem illuminados, fascinando as multidões que se dominavam com a curiosidade de ver-me...
—Tens razão. Naquella hora, eu temia os olhos de tanta gente... sem saber que... mais tarde...
—Dize... dize...