—Ahi vae o relogio! Upa! Toma, diabo!

E o relogio espatifou-se na calçada.

—Ahi vae o alguidar!

—Ahi vae o jarro!

—Ahi vão os copos!

—O cabide!

—O garrafão!

—O bacio!

Um riso geral, communicativo, absoluto, abafava o barulho da louça quebrando-se contra as pedras. E Leocadia já não precisava acompanhar os objectos com a sua phrase de imprecação, porque cada um d'elles era recebido cá fóra com um côro que berrava:

—Upa! Toma, diabo!