—Foi o Domingos! disseram muitas vozes.

—Ó seu Domingos!

O caixeiro respondeu: «Senhor...» com uma voz de delinquente.

—Chegue cá!

E o criminoso apresentou-se, livido de morte.

—Que fez você com esta pequena?

—Não fiz nada, não senhor!...

—Foi elle, sim! desmentio-o a Florinda.—O caixeiro desviou os olhos, para a não encarar.—Um dia de manhãzinha, ás quatro horas, no capinzal, debaixo das mangueiras...

O mulherio em massa recebeu estas palavras com um coro de gargalhadas.

—Então o senhor anda-me aqui a fazer conquistas, hein?!... disse o patrão, meneando a cabeça. Muito bem! Pois agora é tomar conta da fazenda e, como não gosto de caixeiros amigados, póde procurar arranjo n'outra parte!...