—«Podéra não! Vem cá dizer que tenho inveja da nova...

—«Pois não tem, não!...—recomeçava o riso que endoidecia o outro.

—«Ó padre!...—avançava irado.

—«Deixe lá, deixe lá, aquillo é graça—amansou o Braga, lambendo-se por novidades... Vamos a saber a que veio a historia?

—«Conta lá homem, desembucha.

—«É a pequena do Mello que está doente—explicou o cura, levantando-se para ir contar as cartas em cima do mostrador—e cá o mestre Domingos diz que são venenos da nova...

—«Ó sr. padre Mathias! O senhor põe-me doido, olhe que me póde metter em trabalhos. Eu disse lá semelhante coisa, crédo, que home este, como as inventa!...

—«Ora, se o não disse pensou.

—«Não pensei, não senhor!

—«Então hade pensar.