—«Quem os conheceu!...—grunhiu o Braga entre uma baforada de cigarro e um solo resmungado a mezza voce.

—«Deixem lá, que elle é bom homem—terminou o cura, com a ultima carta que lhe sahiu das mãos. Só o que elle tem feito á sobrinha, que a tem em casa como filha!

—«Hum! Uma boa prenda a tal menina, segundo diz a Engracia—informou o Domingos.

—«Bonita a valer. Se a vissem no verão passado, nos annos da viscondessa!

—«Então eu não estava lá? É muito bonitinha, é!

—«Bonitinha! Onde tem você visto melhor, seu Braga?! É uma bella mulher!

—«Ó cura, você parece que se lhe não dava de casar com ella.

—«Se não fosse este diabo da batina, não lhes digo nada. Ainda que mulheres d’aquellas não são boas para pobres.

—«E parece que não tem namorado—lembrou o recebedor, sempre comezinho nos commentarios.

—«Pois quem ha por ahi capaz de a tentar?! Você imagina que ella é parva, que se não conhece? Ó Braga, você é que podia casar com ella. Levava uma mulher que muitos lhe invejariam.