--Cresce a olhos vistos, como já está redondinho!
--Ah! filha! não é como tu, segue a lei da naturesa; tudo cresce e se arredonda cá n'este mundo... só tu, meu anjinho... apesar das minhas diligencias, persistes em não arredondar essa...
--Que bonitas estão as batatas.
--Eu sempre as tive boas.
--E que bellos grãos de bico!
--Os grãos são o meu forte...
--Como a vinha vae arrebentando...
--Tudo arrebenta e produz... só tu não me produzes nada... (dá um profundo suspiro).
--Que animal é aquelle que está bebendo além, no rio?
--Julgo que é um burro, queridinha.