--Socega, filha, ja deito...
--Esteja quieto! tire isso para lá!
--Então não vês que já o não tenho na mão! Pobre amorsinho, que medo que teve... mas agora dá um beijinho... (quer abraçal-a.)
--Vá primeiro lavar essas mãos; que nojo, não sei o que me parece a tal reima dos caracoes...
--Vamos limpal-as aqui na relva... senta-te aqui ao meu lado...
--Era o que faltava! para me escangalhar o balão.
--Ah! trazes balão? (vae para apalpar.)
--Esteja quieto que me faz cocegas!
--Tem a saia cheia de nodoas verdes...
--São ervas pisadas.