Eicètúão-se os cazos seguintes:

1.^o Não se acentua a vogal em—al el—(eicéto nas palavras esdrúxulas) e nas terminaçõis—-ar ol—, em que é abérta; menos nos cazos como vêl-o pôl-o fazêl-a perdêl-os comêl-as, em que é fexada.

(Nos cazos como ámal-o fázel-a pérdel-as, amal-o-ei sel-o-á perdel-a-ia, pol-o-ias, etc., é surda).

2.^o Não se acentua a vogal nas terminaçõis—il ul ir ur—; e nas terminaçõis—-er or—, quando é fexada; eicéto no vérbo pôr. (Acentua-se quando é abérta. É surda unicamente nas prepoziçõis per por).

3.^o Não se acentua o—a—dos ditongos—ái áu—nos monossílabos e na sílaba final; e na primeira sílaba, em palavras de duas, quando for surda a vogal da última, como em caixa caixas baixo baixos baile bailes cauza cauzas auto autos fraude fraudes.

4.^o Não se acentúão, em penúltima sílaba, as vogais nazaladas nem—-a—-abérto e—e o—fexados nem—i u—, quando for surda a vogal da última; menos—i u—nos cazos como saída faísca saúde balaústre reúne miúdo ruído e semelhantes, para evitar que se faça ditongo.

7.^a

Não se empréga—u—depois de—g—e de—q—quando é nulo.

8.^a

Não se empréga—e—a reprezentar—ei—nos cazos de—em en—, como em bemaventurado bemdito Bempósta àlem-mar semsaboria, tem tens, desdem desdens, imájem imájens; empréga-se—ei—nazal.