Se o Costume he Lei, e o vicio he Engano, A estrada vos mostro do Desengano.

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Eu a Virtude elevo, o Crime abato,
Exalto o Luzo, o Gollo vitupéro,
D'este as acções tyranicas relato;
Daquelle o Patriotismo, o peito féro:
Poeticas ficções não junto ao facto,
Natural singeleza seguir quero,
Rodeios não procuro á sã verdade
Assim fallar costuma á humanidade
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O Porto Invadido, e Libertado.

Cant. 1.^o 1.^a Out.

D'hum Cáhos surjamos qual d'antes eramos!

(Do Observador Constitucional.)

Aquella antiga idade, que contemplo
Dos nossos afamados Portuguezes,
Das quaes erguidas vês hum e outro templo.
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Tendo a mediocridade por riqueza,
Todo o sobejo fausto aborrecião;
Quão limpa, e formosa era a sua pobreza!

Ferreirra 2.^o Livro das Cartas:—Carta 3.^a

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