Na Joven Miss, 2.^a quadra, 2.^o verso, leia-se: Cria em nós todo um mundo de moral; e A Uma voz celeste, 9.^a quadra, 3.^o verso: Eu que nos astros leio.

Em Junto do Mar dever-se-ha lêr: O mar cheio de medos e soluços, 9.^a quadra 4.^o verso; O sangue dos nossos males, em Tristissima, 5.^a quadra, 4.^o verso.

Não citamos aqui suppressões de lettras e virgulas, que o leitor póde corrigir facilmente.

INDICE

*INSPIRAÇÕES DO SOL*

Hymno ao Sol
Á Janella do Occidente
Os Santos
D. Quixote
O Publicano
A Lyra de Nero
Mysticismo Humano
Monges de Zurbaran
A Bella Flor Azul
Hora do meio dia
Cantiga do Campo
A Aguia
Accusação á Cruz
Luthero
A Terra
O Ouro
O Budha
No Calvario
Héli! Héli!
As Aldeias
Beneficios e Philosophia do Sol
Disputa
As Cathedraes
Lycanthropia
O Peccado
Soneto d'um poeta morto
A uma Judia
A Visita
Palacios antigos
Cain
A Primavera

*REALIDADES*

Accusação a Christo
De noute
Aquelle sabio
Na Taberna
Os Lobos
Miseria occulta
Lisboa
A sesta do senhor Gloria
Farça triste
Madrigal da rua

*CARTEIRA D'UM PHANTASISTA*

Antes d'abrir a carteira
A noute de noivado
A tortura das chimeras
Tarde de verão
Na cabeceira d'um leito
Madrigal excentrico
Aquella orgia
O Visionario ou Som e Côr
Madrigal funebre
Debaixo d'uma janella
A Selvagem
A Lanterna
Ultima phase da vida de D. Juan
Ultima ceia de Falstaff
Falstaff moderno
Na rua
Phantasias da lua
O Selvagem
O amor do vermelho
A um corpo perfeito
Carta ao Mar
A lenda das rosas
No enterro d'um coração
A Joven Miss
O doente romantico
Quadra d'um desconhecido
Em viagem
Noutes de chuva
Idylio meridional
Duas quadras de Diogenes no album de Lais
A Camelia negra
A ultima serenada do Diabo
A Musa verde
Idyllio d'aldeia
Carta ás estrellas
Na folha d'um livro
Os Brilhantes
O Astrologo