Uma vez lançado o espirito por este caminho, não pára; nascem-lhe as cubiças umas de outras; ambiciona e parece-lhe que ha-de abarcar infinitos:
Jam modo non possum contentus vivere parvo.
[XLII]
¡Que poesia deliciosa não ha-de ser a que referve na cabeça e no peito de um colonisador humano: Cadmo, Amphião, Dido, Romulo, ou Cabet! ¡Que[{110}] sonhos magnificos não havia de sonhar toda essa gente!
¡Pois um Fénelon a planejar Salentos!
¡Pois um Voltaire a fazer homens dos seus serranos do Jurá!
¡Pois um Goldsmith a conviver com o seu vigario de Wakefield!
¡Pois um Daniel de Foë a trabalhar com o seu Robinson Crusoé, e um Wyss com o seu ainda mais util Robinson suisso!
¡Pois o Medico da aldeia, o Vigario das Ardennas e o Cura campestre de Balzac!
¡Pois Bernardin de Saint Pierre com a sua Arcadia e a sua républica de felizes!