Ja tens da Primavera o genio, as graças,
Sua fama terás, terás seus hinos.
Quando com teu rebanho para o rio
O bosque ao fim da tarde atravessares,
De longe me verás na flórea margem
Sobre um penedo a celebrar teu nome.
Quando o quente redil ao gado abrires
No frescor da manhã, dir-te-ha meu rosto
Que entre as da tua porta arvores caras
Não fui amanhecer, mas toda a noite