De amor andei cercando o teu descanço,
Sentindo-te o respiro, ou crendo ouvi-lo.
Quando na sésta, á sombra da oliveira
Tiveres descuidosa adormecido,
Em sons de flauta escutarás por sonhos
O cantar novo que te mais recreie.
Mas vede como leve escapa o tempo!
Ja alto e rijo o sol encurta as sombras.
Largo se ha divagado! Hora purpúrea,
A mais social, mais folgazã das horas,