Alçando o collo, enfaticos praguejem
Contra os tirannos, contra os monstros barbaros;
Pintem de rôjo os prepotentes déspotas,
Fulminem os perversos aristócratas,
E fujão por estudo á natureza.
Não lhes invejo, não, a bronsea tuba,
Que despede trovões e rasga ouvidos.
De nosso humilde genio estou contente:
Nada mais temos que uma agreste flauta;
Com ella muda, ás vezes longas horas,