Da natureza os quadros estudâmos.
Socios dos rouxinoes, só diffundimos
Depois de meditar, nossos gorgeios;
Em quanto o mocho a luz aborrecendo,
Nos amenos vergeis nunca discorre;
Dorme o formoso dia em cava furna,
E sólta pela noite horrendos guinchos,
Pouzado junto ao ceo, mas entre horrores.
Elmiro, ó tu que, tanto como odêo,
Odêas as sonoras bagatelas,