E ris, como eu, dos estrondosos nadas;

Nunca te afastes da florída róta,

Por onde a Natureza o Genio chama.

Da madrugada nos mimosos sonhos,

Costumas ver de murtas coroada,

A amavel Sombra do risonho Géssner.

Oh! quando aos campos teus um dia voltes,

Á sombra do teu cedro será doce

Ouvir-te prantear perdida amante!

Entre as folhas cheirosas susurrando,