Como do botãozinho he dote a graça:

Mas aqui ha melhor, he botãozinho

Ja fragrante, he virtude antes do sizo.

N’aquella sésta do abafado agosto,

Quando fostes nadar, eu passeava

Sozinho a espairecer pela frescura;

Eis para mim correndo este menino,

Vergonhoso me diz:—“Queres atar-me

“Este cordel nas pontas do meu arco,

“Bem seguro, bem forte, que não quebre?”—