—“Salve, menino! e adeos, que hoje não posso.
“Outro dia virei, toda uma tarde,
“Trabalhar nas flautinhas, que arremedem
“Cantar de rouxinol soprando-as n’agua.
“Amanhã me procura aqui no outeiro,
“Verás, verás que historias te não conto.”—
Partio: como galopa afervorado!
Ja vai conta-lo á mãi. Este menino
He da aldea a doudice, e os meus amores.
He dote de seus annos a innocencia,