O cordeiro que tinha em seu regaço,
Tão alvo, tão pequeno como um lirio.
Pobre innocente! nos meus dedos busca
Da mãi, que ao longe bala, a doce têta!
Se comer ja soubesse, eu lhe daria
D’estas papoulas, d’esta fina grama.
Que silencio! mal ouço uma fontinha;
Serena viração de quando em quando;
O crepitar miudo dos raminhos,
Que a leve cabra arranca do espinheiro;