A voz d’um lavrador aos bois tardios;

E o cançado gemer de um carro ao longe.

Cá volve a minha Flora! estou c’roado:

“Graças ó doce e rustica Belleza!

Sempre emtorno de ti rebentem flores

Que o teu rebanho cobiçoso pasça;

Nunca te falte pelo estio a sombra:

E amor te volte em fruto as esperanças,

Se esperanças de amor no peito nutres.

Vês tu aquelle altar? foi obra nossa,