Porque foges de mim? Se não consentes,
Cedo iremos buscar-te nos teus montes,
Chamar-te Deoza, em dôbro envergonhar-te.”
Que he isto! ja volveis? mostrai-me as c’roas.
Como escolheste bem, terno Josino,
Meigo no coração, na voz mavioso!
Goivos com mirtos para ti cazaste,
Com o suave condiz a suavidade.
Se nos campos do ceo, reino do Genio,
Eu podesse colher miudos astros,