Ver-te, cantar-te, desfrutar teus mimos:

Mal desponta a manhã, mal foge o sono,

Desespero-me, lido entre amarguras;

Peço aos bosques sem folha, aos ermos campos,

Aos rochedos de neve, ás turvas fontes,

Ao ceo toldado, aos ares tempestosos,

E a toda a natureza, a minha Amada.

“Primavera, onde estás?” do outeiro exclamo;

De valle em valle, de um cabêço em outro,

“Primavera, onde estás?” responde o echo: