No prado o guardador, no monte o Fauno,

Pelo arvoredo as Dríades á escuta,

“Primavera, onde estás?” depois exclamão.

Emquanto assim fiel, por ti ó Deosa

Me desentranho em ais, onde te escondes,

Perguiçosa gentil? onde vagueas

Bella inconstante que estes ais não ouves?

Algum Deos namorado, em plaga estranha,

Encheria de amor teus olhos livres?

Esquecer-te-hião, (Ceos!) promessas tantas?