Sim, Dorinda gentil como que busca
Esse ermo de tua alma encher de affetos,
E no vão do teu peito insinuar-se.
Mas a saudade maternal he muito;
Todo o mundo, a amizade, e até Dorinda
Só poderáõ na angustia confortar-te.
Teu mal sustido chôro eis recomeça!
Só a dor te contenta, á dor sirvamos:
Narrar-te quero a historia do cipreste,
Que dos ramos feraes partio comtigo.