Prêzo das graças da opulenta Silvia
Titiro guardador de pobre armento,
Com seus ais estes montes abalava.
A bella desdenhosa, muitas vezes
Quando o sentia a modular ternura
Ao som da flauta n’um sombrio valle,
Torcia, por não ve-lo, o seu caminho.
Ah se o visse, estendido entre o rebanho,
O pranto a borbulhar nos fitos olhos,
E ao som da flauta, em baixa voz unidos