Da formosa cruel, de la trazia

Furtada alguma prenda ao pobre dono;

Sem querer lhe atiçava o fogo inutil.

Era triste, mas doce, ouvir de noite

Pelos bosques bradar “Ó Silvia, ó Silvia”

O terno amante; e acompanha-lo a pêga,

Ja pouzada em seu hombro, ou ja gritando

La de cima de um tronco “Ó Silvia, ó Silvia!”

Longos tempos assim pelas florestas

Vagar se ouvirão solitarios ambos;