Té que o loquaz brutinho de cançado

Veio um dia caír entre as mãos d’elle,

Bateo as azas, terminou seus dias.

Á fiel companheira ultimas honras

Deo como poude Titiro: sagrou-lhe

Um pequenino tumulo de barro,

E um ciprestinho de anno, que por novo

Inda estudava o geito de ser triste.

Aos Numes implorou que o não crescessem:

Mas pouco e pouco o tronco foi subindo,