Ir-se acamado em flores aboiando

Á luz modesta da nascente lua!

Ama o rio os cantares de saudade;

Cantares de saudade atiraremos

Até ao mar pelas sombrias margens.

Logo que o não rogado, amigo sono,

De papoulas toucado perguiçosas,

Lá nos for procurar, e manso e manso

Forem caindo os sons e pensamentos,

Iremos amarrar na margem muda