A qualquer tronco a barca flutuante:
Lançaremos por cima o branco toldo,
Bastante abrigo do nóturno orvalho:
E estendidos macio, e conversando
Em voz baixa, embalados cederemos
Ao começado sono os restos da alma.
Quando alta noite algum de nós acorde
A um leve crepitar do linho undaute,
Cuidará que uma Náiade surgíra
Fóra da agua a cabeça curiosa,