E cantão, porque flautas de pastores
Que vão na companhia, as desafião.
Mas tantos sons confunde-os a distancia,
Figura-se uma voz de tantas vozes;
Como que uma só boca a manda aos ares,
Exprime um só afféto, um só deseja.
Oh Natureza! oh Tarde! oh Primavera!...
Lagrimas de prazer vertem meus olhos!
Somos em bosques de propícias Fadas?
Ou vaguêo ja Sombra, e vós comigo,