Que me poetize o sono derrabeiro:

Morto que nada tem preciza d’estas

Pobres delicias rusticas, se folga

Que a namorada moça, o terno amante

Juntos ou sós, a vizitá-lo acudão.

Então ao som de languidos suspiros,

De alegres cantos, de amorosos versos,

De ternas queixas, de perdões suaves,

Muitas vezes contente a minha Sombra;

Formando ao pôr do sol vermelha nuvem,