Eu tento, eu me debato, ergo-me, cáio,

No inglorio chão cançado me adormeço:

Será pois d’elle só a eternidade.

Só d’elle? a sua gloria aos dois nos basta;

Qual nossos corações amor vincula,

Tal has de unir, ó fama, os nomes d’ambos.

Com todo o eterno sôpro enchendo a tuba,

“Este o maior, dirás dos lusos vates!”

Dirás depois mais baixo: “Este com os olhos

“Leo e estudou do Irmão, do terno amigo.”