Sinal que a Citheréa aprazem flores.

Todo o anno era Abril se eu fôra a Deoza!

Nunca no meu altar e ás minhas portas

Faltarião montões de flores frescas.

Todas só para ti as cobiçava,

Ó minha mãi: com ellas te enfeitára

Cada hora do dia; cada noite

As renovára ao leito onde tu dormes;

Não porias teus pés senão em flores.

Se o passageiro ás vezes me pergunta,