Quando me encontra á borda do caminho,
“Quem he a tua mãi?” eu lhe respondo
Chêa de gloria “A minha mãi he Dafne!”
Hontem de tarde o graciosa Amintas,
O pobre guardador das duas cabras,
Quando o meu pão lhe dei pedio-me um beijo,
Chamou-me bella, e disse que o meu rosto
Era como o de Dafne, ou como as rosas.
Sendo assim, bella sou, que outra pastora
Igual a minha mãi não ha na aldea,