Não saiaes; o inimigo anda no bosque...!”

Paciencia, assim mesmo hei de acudir-lhes.

Vou-me por entre as moutas rastejando

Até ao ouco e immenso castanheiro,

Que abre em seu tronco uma portada de heras,

E se nomêa a casa de Silvano.

Trepo, e dentro me escondo: os meus vizinhos

Lá por cima na cópa papeavão,

Cuido que adivinhando o que eu faria.

Encósto a boca á fresta carcomida,