Que está fronteira ao portico da entrada,

E clamo em rouca voz “Pára Mirtilo.”

Parou, ergueo-se, e poz-se a olhar em roda;

Vendo tudo em socego ás redes torna.

Com voz mais estrondosa e mais horrenda,

Torno-lhe eu a bradar “Mirtilo pára.”

Não esperou terceira: arroja tudo,

Salta, vôa; oh que riso! uns echos fêos

Lhe hião gritando apoz “Mirtilo pára.”

Somio-se; á terra pulo, espreito o mato,