Acho as redes, os presos sólto, os mortos
Levo-os onde ôlho de ave os não descubra:
Encho-as de pedras, na torrente as lanço,
E corro a procura-lo—“Oh tu não sabes,
Lhe digo, de que morte escapo agora!
Não te engano, era um Deos, vi-o eu, rangia
Os dentes, bracejava uma alta fouce,
Vinha a saír das sombras do arvoredo;
Vio-me e gritou me “Pára” eu páro e chóro.
—“Es tu que andas armando ás minhas aves?