Pois eu vou dar-te o ensino; as tuas redes
Ja te lá vão por esse rio abaixo,
E agora has de ir tu morto á caça d’ellas.”—
E então vem para mim, co’a fouce aos lanços
Cortando pelo ar—“Bom Deos, perdoa,
Lhe grito a soluçar co’as mãos erguidas,
Eu sou Titiro, o filho de Menalca,
As tuas aves amo, e temo os Deozes:
Eu redes, eu caçar!”—“Estou perdido!
Disseste que eu ... Mirtilo me interrompe.”