—“Não, Mirtilo, socega, eu não lho disse,
Nem sabia que tu ... fallemos baixo
Que nos não ouça o Deos. Olha, este p’rigo
Passou, mas outra vez não te aventures,
Que eu bem sei como o vi, não te perdoa.
Deixa ás pobres das aves innocentes
Divertir-te e cantar; nada mais querem;
Não tens razão, não teus de as perseguires.
Quanto ás redes, eu quero consolar-te:
Ouve Mirtilo, acceita este cestinho