Apanha-as para si não para os Deozes,
Não lhas merece a Mãi e alcança-as Mopso.
Quando em nosso jardim vejo Glicera,
Ja me eu ponho a tremer: corta as melhores,
He seu costume; enfado-me, sorri-se;
Chóro, ri-se; e enfeixando-as, me repete:
“Que te servem por ora estas floritas?
Deixa passar mais cinco primaveras,
E então sim, nem mais uma hei de furtar-te;
Pois sei te hão de servir quaes me hoje servem.”