As Dríades, teu povo e tua gloria,

Tremem, oh dor! ao furioso assalto

D’Euros, e Notos, e Africos em guerra:

A seu brutal furor nenhuma escapa:

Crer-se-hia que as prisões da Eolia furna

Para sempre arrazára a mão de Jove.

Dríades nobres de arvores antigas,

Refugio outr’ora das calmosas séstas;

Dríades bellas de arvores vaidosas

Co’a idade juvenil, verdura e fôrças,