“De que servem, querida, essas lembranças!

“Se te adoro, que temes? se me adoras,

“Que posso eu mais querer! Virtudes tantas,

“Raros dons quaes os ceos em ti resumem,

“Não são para jazer na escuridade;

“Dos reis, de teus avós te poem no estrada,

“Para luzires nos corrutos dias,

“Como astro de bondade entre os humanos.

“Gozemos do prazer. Olha esta noite

“Como he formosa, minha Inez; não tornes,