“Eu to peço por mim, por ti, por esse

“Fruto do nosso amor que te he tão caro,

“Não tornes a acordar taes pensamentos.

“Queres tu, minha amada, á curta noite

“Dar emprego melhor, mais proprio d’ella?

“O assento ao pé da fonte nos convida,

“Vem-me outra vez cantar os magos versos,

“Onde quasi exprimiste o enlevo d’ambos,

“Quando a primeira vez nos vimos juntos

“Tambem de noite, e n’este sítio mesmo.”